Mostrar mensagens com a etiqueta cavaleiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cavaleiros. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de maio de 2011

O trajo


"... que nunca se estrangeire a terra, a fim de não perdermos de todo o que de nós próprios resta..."

domingo, 17 de outubro de 2010

JOSÉ MESTRE BAPTISTA




Em homenagem a José Mestre Baptista (1940-1985), o toureiro que revolucionou o toureio a cavalo em Portugal, este Pasodoble da autoria de R. Dias e de J. Guimarães, interpretado por Mª de Fátima.



sábado, 9 de outubro de 2010

CONCHITA CITRON - "La Diosa de Oro"



Sec. Ilust.

Nascida no Chile, em 1922, Concepción Cintrón Verrill, ficou conhecida por Conchita Citron ou "La Diosa Rubia ou de Oro", como era chamada no mundo da Festa Brava. Em Lima, no Peru, para onde foi viver ,com a idade de três anos, com a sua família, frequentou a escola de equitação do cavaleiro tauromáquico português Ruy Zarco da Câmara, exilado em Lima, que lhe ensinou, não só a lusitana "arte de bem cavalgar toda a sela", mas também a não menos portuguesa de tourear a cavalo. Pode dizer-se que aqui começa a sua ligação a Portugal, que vem posteriormente a fortalecer-se, quando, no início dos anos 50, se casa com o português Francisco de Castelo Branco, ficando a residir em Portugal até 1975, ano em que, por motivos políticos, se vê obrigada a refugiar-se no México, com seu marido. Porém, logo que foi possível, regressam a Portugal, em 1995. A Deusa de Oiro, que, nos anos trinta, ousou enfrentar o mais bacoco dos conservadorismos "de género", que lidou toiros a cavalo e a pé e que sofreu algumas colhidas, é, sem dúvida, género à parte, uma referência maior na Festa Brava. Morreu em Fevereiro de 2009, em Portugal, país que adoptou por amor, mas terá sido esquecida pelos que, por ofício, obrigatoriamente deviam lembrá-la nessa hora, assim lhe prestando a mais que merecida "última homenagem". Da minha parte, aqui fica esta modesta homenagem a essa mulher que foi o ídolo de muitas raparigas da sua e minha geração.

Praça de pé para Conchita Citron!



(Vídeo - imagens retiradas da Net; música: PasoDoble "La Virgen de Macarena", da autoria de Calero e Monterde, interpretado pela Banda Taurina)


Sites relacionados

http://novafloresta.blogspot.com/2009/02/deusa-loura-caminho-do-olimpo.html

http://comunidade.sol.pt/blogs/tordesilhas/archive/2009/02/18/Morte-de-Conchita-Citr_F300_n.aspx

http://www.pedradaanixa.com/historia3.htm

NAZARÉ FELÍCIO - a cavalo e a pé

Sec. Ilust.

Nazaré Felício faleceu a 21 de Abril deste ano.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

No Campo Pequeno - 1915

I.P.

O Chico Marujo a quem o fado se canta e o José Casimiro, que ia ouvir cantar o fado...
Por muito que alguns meninos não queiram, a Festa Brava é Tradição Nacional e, como tal, é como o Constantino, já vem de longe!...

JORGE CADETE

I.P.

"O bandarilheiro Jorge Cadete (1871-1957), também ele filho de um outro bandarilheiro que se chamou José de Sousa Cadete, foi um profissional das nossas arenas muito respeitado e também um dos mais populares desse tempo.
Na foto também se reconhece Simão da Veiga, provavelmente no ano da sua alternativa: 1922, com os “veteranos” D. Alexandre de Mascarenhas (Torre) , José Casimiro de Almeida e o antigo bandarilheiro Manuel dos Santos.
D. Alexandre de Mascarenhas, que começou a lidar toiros ainda muito novo, excelente equitador, era de família de cavaleiros tauromáquicos e foi pai do cavaleiro D. Francisco de Mascarenhas.
José Casimiro, que após a implantação da República foi perseguido por ser monárquico assumido, tendo sido preso, foi recebido no Campo Pequeno, após a sua libertação, com uma grande manifestação.
Quanto a Manuel dos Santos, que foi bandarilheiro profissional, toureou em mais de 1600 corridas de toiros e teve 103 colhidas. Depois de se ter retirado, foi nomeado Director de Corrida, função que exerceu até 1924.
Saudações taurinas e fadistas,
Manuel Peralta"