terça-feira, 29 de setembro de 2015

BEATRIZ CUCHET

D.L.

(daqui)

D.L.

6 comentários:

  1. Por esse apontamento, ficamos com a ideia que foram lidados 8 toiros desembolados, sendo 6 para a lide a pé e 2 para a rejoneadora.
    Se assim foi, não actuaram forcados. Não estão aqui anunciados e nesses tempos não seriam autorizados a pegar toiros desembolados.
    Gostaria de ler a crónica da corrida.

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  2. Aí a tem, meu amigo, embora talvez pouco esclarecedora, mas a asiática apanhou o Terrible e ...
    Grande corrida ontem no C.P., hem?

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  3. A gripe A/57 Singapura, também conhecida por “Gripe Asiática”, chegou a Portugal em 1957, proveniente de África e dizem que foi transmitida por passageiros doentes que viajaram no navio “Moçambique” em Agosto desse ano.
    Sei que foi um surto enorme e rápido e eu e o meu irmão João que estávamos no Colégio Nun’Álvares em Tomar também fomos contagiados bem como a maioria dos alunos.
    Gostei de ler e agradeço a crónica de El Terrible Pérez, que também com a “asiática” não assistiu a essa corrida no Campo Pequeno e que faz suas as palavras de um amigo. Portanto, forcados não actuaram para pegar os toiros lidados a cavalo pela rejoneadora e mesmo que estivessem incluídos no cartaz, provavelmente nem seriam referidos na crónica, porque o Terrible e outros cronistas da época eram só a favor da corrida ao uso de Espanha, com toiros de morte e consideravam o forcado uma obstrução à introdução desse tido de espectáculo.
    Repare-se na divulgação da corrida para o sábado seguinte em Algés, onde também não referiu o Grupo de Forcados.
    Porém, esta crónica regista a prova de Ludovino Bacatum para bandarilheiro profissional, considerada pelo cronista de cómica por desnecessária. Não entendo assim, é essa prova que dá antiguidade aos bandarilheiros…
    Recordo e com saudade o meu saudoso amigo Ludovino Bacatum excelente bandarilheiro e um dos melhores intérpretes da brega que pisaram as arenas e que durante tantos anos esteve na quadrilha do cavaleiro David Ribeiro Telles.
    Quanto à corrida da última 5ª. feira no Campo Pequeno, só via na TV e já revi a gravação só pelo prazer de ver a cavaleira Ana Batista numa das melhores actuações da cavalaria portuguesa na 1ª. Praça de Toiros do nosso país.

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  4. Embora tenha gostado muito da actuação do Bastinhas filho, tb. acho que a Ana Baptista esteve no seu melhor, uma lide com imensa classe.

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  5. O Marcos Bastinhas, quando conseguir tourear mais lento, sem aquela pressa, vai ser um caso sério...

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